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1º Encontro de Mulheres de Buritis discute ações para ADAMUB


As mulheres não estão para brincadeira e os homens que se cuidem.
As mulheres de Buritis não querem ser apenas coadjuvantes na construção do Município. Já algum tempo elas têm arregaçado a manga da blusa com manga e chegado junto, no ombro a ombro, em busca de melhorias para nossa terra.
             Porém, muitas vezes esses esforços são realizados de forma isolada e esporádica. Para promover a integração e discussão de assuntos do interesse das mulheres, foi criada a ADAMUB (Associação de Mulheres de Buritis). Na verdade, a ADAMUB tem aproximadamente 19 anos de fundação, porém nunca foi regularizada, ou seja, não tem nenhuma ação de reconhecimento como firma ou instituição para o poder público. Atualmente a presidente da ADAMUB é Nelvina. O encontro teve a participação também da diretora da ARGEB, professora Ocilene Soares, Tereza Silva, vice-presidente do SINDSEMB, vereadora Luzia da C22, Lindaura Cajazeira, presidente do CAE, Edna (Conselho Tutelar), vice-prefeito Helthon.
Visando reestruturar a ADAMUB, um grupo de mulheres se reuniu na sede da ACIB, no I Encontro de Mulheres de Buritis, que aconteceu no dia 25/7, à noite, para discutirem ações que promovam a associação de mais mulheres e regularize a instituição perante o Estado, pois somente assim receberá o certificado da Secretaria Municipal de Ação Social para que, devidamente regularizada, possa obter emendas parlamentares, fazer parcerias com as instituições governamentais e representar competentemente a população feminina do município. Enquanto a ADAMUB não for registrada conforme a lei, ela não existe para o Estado. Está na clandestinidade.

A coordenadora do CRAS, Saionara Faria, destacou a importância da ADAMUB:
-“Nós fomos convidadas a participar da Associação e cremos que, somando forças, vamos vencer alguns obstáculos burocráticos que emperram a dinâmica da ADAMUB. O principal objetivo da ADAMUB é permitir que através dela possamos trazer benefícios para as mulheres como cursos profissionalizantes, atendimentos na área da saúde e educação, enfim, a execução de políticas públicas para a mulher. A Associação procurará dar apoio e força para aquelas mulheres que sofrem algum tipo de restrição por causa do machismo, preconceito, crenças e outros. Por outro lado, é um meio que estimulará a mulher buritisense a participar mais ativamente da vida política. Independente de que sejam ou não candidatas, queremos nossas parceiras discutindo e propondo ações para a melhoria da qualidade de nossa vida e de nossa cidade”.

Não queremos ter a figura feminina apenas fazendo número para cumprir o que a lei exige de sua participação nas legendas partidárias, na Câmara de vereadores e outras instâncias do poder público. Nossas mulheres têm força, precisam mostrar essa força a sociedade se representando de maneira autêntica que é a sua pessoa.

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